Marcos e seu smartphone...
Marcos
é um professor de 40 anos residente na cidade de Campinas. Solteiro, mora
sozinho e sua rotina será descrita a seguir. Acorda ao som de sua música
favorita programa em seu smartphone, um Moto G segunda geração. Hesitou para
adquirir um smartphone, mas por insistência dos colegas de trabalho que diziam
sobre a eficiência e utilidade múltipla do mesmo, fez uma pesquisa de preços e
comprou o que era considerado como melhor custo e benefício. Salta da cama,
toma banho e logo em seguida seu café da manhã, ao som do smartphone no “shuffle”
de sua galeria de música.
O
smartphone toca. É seu irmão, que acabou e se formar em Tecnologia da
Informação pedindo ajuda para uma vaga profissional. Em seguida, Marcos encaminha, através do
próprio smartphone, o currículo do irmão em formato pdf para uma empresa cujo
dono é seu conhecido. No e-mail exalta o conhecimento do irmão em tecnologias
modernas e móveis e sua facilidade de aprender e implementar qualquer upgrade
de software necessário. Sai para trabalhar. Como seu carro está passando por
vistoria, ele consulta um aplicativo em seu smartphone que indica todas as
linhas de ônibus mais próximas para seu trabalho.
No
caminho ele efetua o pagamento de sua conta telefônica pelo internet banking de
seu smartphone e ainda liga para o gerente do banco para conversar sobre um de
seus cheques. Ao realizar tantas operações no smartphone ele pensa como era sua
vida antes do mesmo. Em seguida percebe que esqueceu o carregador do celular em
casa e fica tenso, preocupado caso acabe a bateria. Pelo smartphone, ainda,
entra na programação dos cinemas para ver as estreias. Chega ao ao trabalho e
permanece lá o dia todo. Ao final da tarde, no caminho para casa, verifica em
seu smartphone os novos e-mails que chegaram.
Conseguiu
colocar praticamente todas as suas correspondências para recebimento no
smartphone, que estava apenas com 10% de bateria. Recebe uma mensagem pelo
aplicativo Whatsapp da companhia de turismo na qual sempre viaja informando o
roteiro da última viagem que havia cotado para sua lua de mel. Ao chegar em
casa, toma um banho, faz o jantar e assiste um pouco da TV a cabo. Como não
encontra nada que o atraia, acessa o serviço de filmes online Netflix através
de sua SmarTV e assiste a um filme. Logo em seguida vai dormir.
No
dia seguinte acorda já pensando nas
aulas que ministra de filosofia no período noturno. Aproveita a tarde para
montar sua aula, preparando-a no aplicativo Prezi, selecionando trechos de
texto, vídeos e músicas que complementam a aula. Prepara tudo em seu notebook,
salva os arquivos no pendrive por segurança e dirige-se para a escola. Chegando
na sala dos professores, abre o pen-drive no computador escolar e imprime a
folha de orientações gerais que será entregue a cada aluno. Para economizar papel, Marcos imprime duas atividades por
folha, corta-as no meio com a régua e separa para entregar aos alunos, verifica
com a gestão da escola de o retroprojetor da sala de estudos está funcionando perfeitamente
e já se prepara para ir à sala e conectar seu notebook, do qual pretente
ministrar a aula.
Termina
a aula satisfeito com o resultado e com o feedback que recebeu dos alunos. Ao
passar pela sala dos professores, o assunto é a dificuldade de uso dos recursos
tecnológicos por parte de alguns e possíveis “planos B” para quando estes
recursos não funcionarem. Marcos oferece ajuda para os professores em questão e
comenta sobre o funcionamento do Prezi e do PowerPoint. Logo em seguida, vai
para a casa, e no caminho pesquisa em seu smartphone, através de um aplicativo
de comparação de preços (Buscapé) o tênis com melhor custo e benefício. “Socializa”
pelo grupo de whatsapp de seus amigos chegados e pega a opinião dos mesmos se
aquele tênis realmente vale a pena ser adquirido. Remarca o churrasco com os
amigos lamentando-se de ser a terceira tentativa, já que algum dos amigos nunca
pode.